No sonho sós

2006 October 4
Posted by Diogo Ferrinho
Feiticeiros, colidem. Mais rápido que clarões de trovoada.
E as caras. Decepadas, entre nós murmúrios de medo. Ah deixa ouvir, através da parede, ouve-se tão bem.
Mas bolas, a parede está gelado, encosta tu a tua orelha!
Eles falam, dizem que o Pai Lucifer nunca cometeu tamanho pecado. Entre homens picadas em cada lado.
Dizem que comem por dentro humanos.
E que o Deus deles, não tem andado por estas margens.
A trovoada aumenta para meter medo. E limpas as lágrimas á manga do teu casaco vermelho.
Mancha de sangue.
Ensina-me amar, e aos irmãos que não sabem amar. Não respondes, a orelha gela na tua cabeça.
Doce, quente, tenro. A carne
Doce, quente, tenro. O teu peito.
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