Pisos

2006 December 28
Posted by Diogo Ferrinho
Só pensar que leva pela mão,
sobe pela escadas, pelo elevador.
E os olhos temperados, levam pelas pedras escarpadas. Não podia seguir mais em frente.
As rodas são suportam pisos lisos, e por isso não importava.
Só de pensar que le levas pelo sitío, do teu lado.
Para o teu lado.
E de noite as estrelas são de mais ninguém, são do chão que piso.

Eu seguia-te mesmo que descalço,
pelo deserto quente,
pela água gelado.
Pelo mundo inteiro.

Só de saber que adormeço tarde, tarde vou acordar.
Passa rápido por mim, tempestade.
Porque eu podia pisar brasas, não ardia.
Podia dormir sobre o gelo, não queimava.

Alguém serias, para me levar pela mão.
Por mim outra vez. Olhos.

3 Responses Leave One →
  1. 2006 December 29
    Vitor Permalink

    A fase vai passar :)

  2. 2006 December 29

    E por falar de amor…

    Amor que brota à pele e que alucina,
    Por sensação divina ele responde,
    Amor é uma doutrina, não sei onde
    Começa, nem sei bem quando termina.

    Amor é uma alegria que se ensina
    Ao ser amado, e se ele corresponde,
    Torna-se o amor sagrado, não se esconde
    Que a grande vida humana ele ilumina.

    Criaram até deusa prá esse amor,
    Muitos o desprezaram e, acredite,
    Culparam-no outros tantos: sacrilégio.

    Porém, sei que ele sana tanta dor…
    Permita-me, magnífica Afrodite,
    Creio que amar é um grande privilégio.

  3. 2006 December 29
    Tânia Permalink

    Ricardo, O amor é uma doença, e se tem deusa…então é uma praga!

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